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cremepimenta

cremepimenta

Seg | 30.05.16

1 Ano

30 de Maio de 2015.
6h09 de uma manhã de sábado.
Seis anos e meio depois do reset inicial da nossa vida de pais, a nossa família fez o restart e hoje festejamos o 1.º aniversário da nossa Baby. C.
Um pequeno ser bem disposto e simpático que veio revolucionar as nossas vidas. Para melhor. Para muito melhor.
Um ano depois estamos mais cansados, mas mais felizes. Muito mais felizes.
Parabéns meu Amor.


Seg | 23.05.16

Momento "dahh mãe"

Ontem, as 3 à espera que o pai chegasse de ver o seu Porto perder a Taça (...), na televisão a C. estava a ver um episódio da "Sissi, a Jovem Imperatriz".
Eu: "Então gostas de ver a Sissi?"
C.: "Se não gostasse não estava a ver!"

Só faltou um "dahhhh mãe..."
Resposta à altura de uma pergunta estúpida, ou anda uma mãe a criar uma filha para ouvir estas coisas (e ainda só tem 7 anos).

Ter | 17.05.16

É oficial...temos um gatito em casa

Baby C. aprendeu a dominar completamente a arte de gatinhar. Agora é vê-la a dar o ar de sua graça por toda a casa.
Claro que, a par desta novidade, (re)inaugurámos também a parte II dos capítulos:
- "sala em estado pé-de-vento", pois juntamente com ela, passeiam-se pelo chão da sala, corredor, etc e tal, todos os seus brinquedos que habitam na cesta dela da sala;
- "toda a família em alerta", é preciso fazer reset às normas para ter uma casa baby-proof e olhar para cada canto imaginando cada cenário: armários, gavetas e até portas são riscos potenciais, já para não falar das tomadas...algumas ainda estão tapadas com o respectivo dispositivo de segurança do tempo da mais velha, mas outras foram sendo libertadas e se a irmã não tinha tendência para lhes tocar, esta parece atraída a elas.
E, tal como diz a minha mãe, "agora é que ela dá trabalho". Sim, porque eu sou da opinião que os recém-nascidos e bebés muito pequenos dão trabalho porque exigem muito de nós, mas quando os bebés começam a ganhar autonomia, a gatinhar e principalmente a caminhar, dão muito mais...
Preocupações. Basicamente, a maternidade é quase um exercício de preocupações mutantes e constantes. Mas é maravilhosa ♥.
Dom | 15.05.16

Família

Neste Dia da Família escolhemos em conjunto o novo adereço (que combina com um colar de que gosto muito) e assim trago-nos, sempre, a todos, no meu pulso, onde se sente o bater do meu coração.
Um Dia da Família que começou num passeio que foi uma viagem no tempo, num Mercado à Moda Antiga onde Miss C. delirou com os brinquedos de outro tempo e até andou num carrossel puxado a manivela (!) e Baby C. gostou tanto da animação que seguia com atenção que nem dormiu a sesta da manhã.
Qui | 12.05.16

Do tempo

Lembra-me o Facebook que, precisamente há um ano, eu escrevia à Baby C., sobre a ansiedade, nossa e da mana C., sobre os preparativos para a receber e como eram os meus dias por altura das 37 semanas de gravidez.
Hoje dou por mim a constatar que talvez seja melhor começar a pensar nos preparativos para a tua festa de 1.º aniversário...
Como é possível o tempo voar sem darmos conta?
Sex | 06.05.16

A aventura da diversificação alimentar

Eu sou a favor de incentivar os bebés a "brincar com a comida", percebo todos os benefícios e recomendo.
Mas juro que em alguns dias me apetece convidar o pediatra a vir lá a casa ajudar a limpar a cozinha...

Não sei se conseguem ver, mas nesta foto há arroz por todo 
o lado: no suporte da cadeira, no chão, além do que ficou na roupa dela...
Qui | 05.05.16

Amamentação: a minha experiência

De todos e mais variados medos/receios/ansiedades associados à maternidade, houve um que nunca me preocupou ou me fez pensar assim muito: a amamentação.
Não sei bem porquê, mas era assunto que, à primeira gravidez, arrumei logo na gaveta do "logo se vê". Logo se veria se teria leite, se este alimentaria a bebé e se ela pegaria bem na mama...por sorte tudo correu bem à primeira.
A minha C. pegou bem na mama logo à primeira, o leite alimentou-a (em exclusivo até ir trabalhar aos 4 meses e em complemento da restante alimentação até aos 2 anos e meio) e tudo decorreu sem grandes percalços, com excepção de algumas situações de mamilos gretados que facilmente foi resolvido com o meu amigo Purelan.
Curiosamente, à segunda gravidez, surgiu-me o receio de não ter leite desta vez. Mas foi também algo com que convivi bem. "Logo se vê" e tudo funcionou.
A Baby C. pegou bem e o leite alimentou-a em exclusivo até aos 6 meses e ainda continuamos agora já a par da papa, fruta, sopa e outras incursões na espectacular aventura da diversificação da alimentação (assunto que dará origem a um post só para si).
Mas uma das dificuldades que senti com a C. foi com o registo das horas da mamadas, especialmente durante o período que estivemos internadas por causa da icterícia. Há 7 anos o meu telemóvel ainda não era dos chamados "inteligentes" por isso restava-me os velhinhos (e infalíveis) papel e caneta.
Desta vez, logo na noite em que a Baby C. nasceu, e depois novamente a braços com os horários rígidos de amamentação e hidratação de um bebé em tratamento da icterícia, olhei para o meu telemóvel e pensei: "fixe fixe era haver uma app que registasse tudinho".
Depois de alguma pesquisa lá encontrei uma app, em inglês, que me permitia isso.
Só alguns meses depois descobri que a Medela, a minha marca amiga do Purelan e também da bomba de extracção de leite (que falo mais abaixo), tem uma aplicação para esse efeito: O MyMedela - Manual de Amamentação. É gratuita e além de acompanhar todo o processo de amamentação e extracção de leite, podemos também registar o crescimento do bebé, aceder a estatísticas, tirar dúvidas, entre outras possibilidades. Facilita muito a vida às recém-mamãs cuja memória é mais curta que a da Dori, amiga do Nemo.
Ainda relacionado com a amamentação, o que mudou na minha segunda filha, foi precisamente o facto de ser a segunda.
Com as duas, sempre adoptei a livre demanda, ou seja, logo à primeira filha ignorei os conselhos diversos sobre as regras de "aguentar" as 3 horas. Mamavam quando pediam e resultou connosco, apesar de ser mais complicado ao segundo filho claro, devido à exigência e dependência que implica.
A mais velha precisava de atenção e tempo para ela, logo a mãe precisou, verdadeiramente, pela primeira vez de uma bomba para extrair leite materno. E aqui, a Medela voltou a ser a minha melhor amiga e a bomba eléctrica que comprei fez toda a diferença face à antiga bomba manual que me emprestaram quando a C. nasceu, e aprendi que sim, podemos conciliar os passeios e saídas com as exigências de um bebé pequenino com horários de mamada rígidos.

Ah, e escrevo este post apenas porque acho que é bom ler opiniões de quem, de facto, experimentou os produtos quando pesquisamos sem saber bem o que procuramos (como eu andei à procura).
Dom | 01.05.16

Do meu Dia da Mãe

O meu Dia da Mãe começou com uma flor de papel mágica que desabrochou na água (as maravilhas das aulas de ciências na escola) e também teve flores silvestres acabadas de apanhar no jardim (as minhas preferidas) do parque onde a mais velha brinca livre e a pequenina delira a ver tudo que se passa em volta.
♡♡
(estreio também nos pés a prenda mais "material" pensada pelo pai lá de casa ★)

E para as avós temos fotografias lindas das duas flores das nossas vidas!