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cremepimenta

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Qui | 23.02.17

Um makeover ao vestido de Carnaval

Este ano conseguimos encontrar um vestido de Carnaval mais em conta, mas que não me nos enchia as medidas (tenho de confessar que a esquisita era eu porque para a C. sendo um vestido e cor-de-rosa estava perfeito), por isso meti mãos à obra. Pode não estar o mais deslumbrante do mundo, mas estou orgulhosa do resultado final.

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Aqui está, o original, cheio de bicos e golas que me davam arrepios...

 

Sabia que queria cortar a gola e pouco mais, imaginei rematar com uma fita dourada a combinar os restantes pormenores do vestido, mas nada de concreto. Uma visita ao sítio do costume no que toca a materiais para costura (obrigado Su), vim para casa com mais de 5 metros de fita dourada e ideias para praticamente desmanchar o vestido...

Sendo a festa na escola esta sexta-feira, mas tendo eu trabalho esta quinta, a missão seria ter o vestido pronto na quarta à noite (depois de banhos, jantar e adormecer duas miúdas...). Depois de me ter arrepiado quando pensei em no que me tinha metido, resolvi começar. E acabei! Por volta da 1h, mas acabei.

Muitas tesouradas, mais de 5 metros de fita dourada e muita linha dourada depois heis o resultado final...

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Retirei todos os bicos e dourados originais, do vestido (gola e mangas) e da touca, acrescentei uma fita na cintura que, além de lhe dar um ar mais composto, também permite apertar ligeiramente à figura da minha top-model e fazer um linfo laçarote de princesa nas costas. Substitui a peça da gola por brilhantes rosa e dourados que colei num pedaço de feltro e cosi ao vestido. 

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Na touca (que tem um véu em tule) também tirei os detalhes, apliquei a mesma fita dourada e colei os brilhantes rosa e dourados também.

 

A C. só viu o resultado final pela manhã e gostou muito, mas fez um pedido de imediato: "mãe, mas não quero voltar a experimentar agora...já fiquei farta ontem..." Ups...

 

Qua | 15.02.17

Mulheres de Prata

Tendo nascido com uma madeixa de cabelo mais clara que, por volta da adolescência, se tornou branca, sempre lidei bem com os cabelos brancos.

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Praticamente desde que me conheço como pessoa que me lembro de ter esta madeixa de cabelos brancos, por isso nunca sofri com aquele stress de olhar para o espelho e encontrar mais um fio branco. Talvez o facto da madeixa ficar na parte de trás da cabeça tenha ajudado. Talvez. Não sei. O certo é que mesmo pessoas que me conhecem se admiram quando reparam na madeixa.

Já me perguntavam se eu pintava assim (sim, de branco) a madeixa e também já me perguntaram porque não pinto o cabelo para as cobrir (!?).

Com a única excepção de um devaneio de adolescente que me levou a cortar o cabelo bem curto e a pintar, nunca pintei o cabelo de forma regular, nem fiz madeixas. Porque nunca senti necessidade disso.

A minha mãe tem o cabelo cinza muito claro há vários anos e só tenho pena que não goste de o usar mais comprido, porque adoro o tom.

Foi por isso que fiquei curiosa quando a Marta - do blog Dolce Fa Niente - publicou o post Mulheres de Prata.

Pedi para aderir ao grupo do Facebook que criou e, com curiosidade, fui acompanhando por lá as partilhas. E é com algum espanto, confesso, que percebo que este é um assunto que toca a muitas mulheres. Muitas mesmo.

Mas é com igual satisfação que constato que há também cada vez mais mulheres que assumem os seus lindos cabelos brancos. Ou como tão bem a Marta o escreveu, Mulheres de Prata. Lindas.

Acima de tudo, gostava de acreditar que somos uma sociedade com abertura para aceitar como normal as Mulheres de Prata, da mesma forma como se encara com charme o grisalho num homem que, confesso, gosto bastante.

Tenho 34 anos e gosto dos meus cabelos brancos. O facto de estarem "agrupados" numa madeixa pode ajudar, é verdade, mas estou a gostar muito desta partilha e espero continuar a encarar os meus cabelos prata com naturalidade.

Há por aqui mais Mulheres de Prata?

Ter | 14.02.17

Do [nosso] amor

14 de Fevereiro é, para mim, um dia especial e por várias razões.

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À parte das importações do Dia dos Namorados, ao qual nunca dei muita importância, o 14 de Fevereiro de 2008 foi uma data muito especial e doce.

Foi nesse dia que soubemos que a nossa vida iria mudar , na multiplicação perfeita do amor. Do nosso amor que hoje está ainda mais completo. 

PS: I♥You

Para assinalar a data deixo imagem de dois trabalho que fizemos, penso que em 2014 e 2015, para a Semana dos Afectos do jardim-de-infância. No primeiro ainda eramos só 3, no segundo estavamos a caminho de sermos 4.

 

Ter | 07.02.17

Desabafos de consumidora

Gosto bastante quando recebo SMS de lojas/marcas que dizem "Só para si que é cliente especial"!

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Faz-me sentir especial, sei lá. Assim no dia-a-dia, são poucas as pessoas que nos dizem "és especial". Por isso receber mensagens notificando-me de uns 20% (?!) de desconto para mim, só para mim que sou especial, aquece-me o coração.

Mas depois também me faz pensar. Muitos destes SMS vêm de lojas onde fiz uma/duas compras e, por algum motivo, deixei o meu contacto, logo só posso deduzir que, não sendo cliente habitual, eles lembram-se de mim porque sou mesmo especial!

I♥Marketing!

Seg | 06.02.17

Dramas de irmã mais velha*

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Descobrir pela manhã que a irmã mais nova rasgou o livro-atlas, herdado das primas que hoje são já adultas!

(e está portanto totalmente desactualizado...)

*Drama que se agrava com o facto da C. nunca ter estragado um livro na vida e ser daquelas que tem dificuldade em deitar ao lixo seja o que for, o mais estragado que esteja...(sai ao paizinho, benz'a Deus)

Sab | 04.02.17

Bom dia!

Era isto que se ouvia no ano em que nasci. As girlbands nacionais dos anos 80 eram bem mais cool que as actuais...

Sex | 03.02.17

Viajar no tempo...pela roupa

Uma das mais doces sensações de ser mãe de duas meninas é a partilha de roupas.

A par com a vertente económica que, é lógico, é muito relevante, vem uma outra que não estava à espera: a viagem no tempo pela roupa!

Ver a Baby C. com muitas das roupas da irmã, é levar-me no tempo, recuar nas memórias e lembrar-me de situações e histórias da C., pequenina, com aquelas mesmas peças de roupa.

 

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