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cremepimenta

Qui | 25.01.18

Tenho medo do meu pensamento

Lá por casa ainda se pagam a maioria das facturas no multibanco, sendo que anoto as datas limite de pagamento a vermelho na minha agenda. 

No início desta semana, ao olhar para a agenda, pensei "tem havido poucos riscos a vermelho estas semanas"...

Pois bem, ontem chego a casa, vejo e correio e, lá estão, 3 belas contas (chorudas) para pagar.

Portanto agora até tenho medo dos meus pensamentos... bolas... 

Ter | 23.01.18

E as corridas, como têm corrido*

Então e depois da S. Silvestre parei com as corridas? Claro que não... quer dizer, treinei um pouco menos, mas não parei.

Gostei tanto do sofrimento da experiência que, duas semanas depois, estava a fazer nova prova de 10km.

Custou muito porque treinei menos. Mea culpa, devidamente sublinhada pelo meu PT particular (conhecido lá por casa como marido) aí pelo quilómetro 5,5, altura em que só não desisti porque o percurso era em duas voltas, logo a metade passava na meta e tive vergonha porque estava muita gente. Pronto, confesso.

corridas.png

Apesar de me ter parecido uma eternidade (graças à subida infernal a chegar à meta), não só não desisti, como ainda melhorei o meu tempo face à S. Silvestre em perto de 10 minutos!

Também me tenho esforçado pro manter os treinos, pelo menos uma vez por semana. Coisa leva na ordem dos 6k, o suficiente para me deixar de rastos.

Mas sabe bem!

Já vos disse que comecei só a correr em Novembro? De 2017? Ora, 3 meses de corrida, duas provas de 10k...

 

*desculpem o trocadilho foleiro no título, mas não consegui resistir...

 

Seg | 22.01.18

Coisas que não percebo - ou - sim, sou picuinhas #6

Não consigo perceber aquelas pessoas (ou seja, a senhora que vive na minha rua) que passeia o cão, pela manhã, de pijama e chinelos. Alguns dias vai de pantufas vá.

Não podia pelo menos calçar qualquer coisinha de andar na rua?! Vestir um casaco? E depois será de noite volta a usar o mesmo pijama?!

Sim, eu sou daquelas que detesta cruzar roupa de andar na rua com a roupa da cama. Cada roupa tem a sua função e espaço!

Pronto, era isto...

Sex | 19.01.18

Dos níveis de teimosia #2

A minha filha mais nova luta contra o sono. Embora ainda precise de dormir a sesta, quando fica com a avó M. teima em resistir até o sono a vencer, por isso acabo por a ter de acordar.

E se ela acorda com mau feitio? Oh senhores...

Hoje foi um destes dias. Acordou para voltar para casa, foi e veio do carro ao colo. Entrámos em casa e ficou:

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Quase 10 minutos assim. Estática na entrada de casa.

O mau feitio e a teimosia melhoram aos 3 anos?!

 

Ter | 02.01.18

Eu corri a S. Silvestre do Porto

Lá por casa o maluquinho das corridas era o marido.

Por altura da gravidez da mais nova, já ele andava metido em provas, disse que também havia de começar a correr. A ideia de sair e correr livremente, sem horários definidos ou locais pré-estabelecidos, agradava-me. 

Mas o tempo foi passado e eu fui adiando. De umas primeiras tentativas de caminhadas com um ensaio de corrida, chegámos ali a Outubro/Novembro e o marido anunciou: "Estás inscrita para a S. Silvestre!".

O pânico. Mas como? Eu não corro! 10 km? Ele é tolinho! Pensei de tudo, mas também sofro de algo chamado orgulho. Detesto desistir e ainda mais dar o braço a torcer.

Foi assim que em Novembro decidi que tinha de ser. Com ajuda do marido comecei os treinos. Do primeiro treino em que não conseguia correr mais de 1km sem parar, cheguei a fazer treinos de 3km, depois 4km, 6km e o máximo que fiz foi de 7km. Sempre com esforço e a duvidar de mim, excepto quando o treino terminava e via que tinha superado o anterior. Sempre com o apoio dele e do nosso grupo dos "maluquinhos da corrida" (obrigada malta). Houve até treino com chuva e muito vento.

Mas foram poucos os treinos e o dia 30 de Dezembro chegou. E aqui devo falar da importância do apoio de um grupo de amigos. A corrida pode ser vista como um desporto individual, mas só por quem não está inserido num grupo como o meu, que incentiva, motiva e acompanha. Sempre.

Parti confiante mas muito receosa. As primeiras subidas foram muito duras e aos 3km pensei mesmo em desistir. Não me deixaram.

Com o marido sempre ao meu lado, o grupo foi-se revezando, tive sempre companhia e palavras de incentivo.

Aos 7km pensei, daqui para a frente é sempre a superar-me. E cheguei ao fim, 10km sem parar. Sempre no meu ritmo - de tartaruga mas constante - que me levou à meta. Com o grupo a incentivar. 

"Se fosse fácil não era para ti", lia-se em letras gigantes numa subida que me parecia a pique poucos metros depois dos 9km. 

saosilvestreporto'17.jpg

E de facto isto das corridas é um vício. Mas dos bons!

E assim fechei o ano de 2017 cumprindo um objectivo que andava a adiar há demasiado tempo. 

Que 2018 traga saúde, amor e a coragem para novos desafios!