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cremepimenta

Ter | 04.07.17

Dos nossos dias

CremePimenta
Têm sido dias tão cheios que fica muito por registar. Tentei resumir numas quantas fotos, alguns dos nossos momentos. Houve costura com mais uma bolsa a sair das minhas mãos para uma amiga querida. Houve passeio, Festival Panda, ou bolo da Masha e do seu amigo Urso. Houve actuações da mais velha e momentos a dois dos pais lá de casa. Houve flores e unhas em tom de vermelho. Houve trabalho, escola e provas de aflição aferição, mas também diversão, família e amigos. Por agora (...)
Qui | 11.05.17

O marketing para crianças que vira obsessão de adultos

CremePimenta
Já por cá partilhei o meu fascínio pelo marketing. E se há acções que considero serem um tiro ao lado, outras há que acertam em cheio. E aqui introduzo a temática do marketing direccionado às crianças, mas que na verdade, quer atrair os adultos. Nos últimos tempos, os supermercados têm lançado campanhas que apelam às crianças que, inevitavelmente, arrastam os pais. Ele é peluches, miniaturas de produtos do dia-a-dia, cartas, etc e tal. A lista é grande. E se reconheço que (...)
Seg | 10.04.17

Aos senhores da publicidade

CremePimenta
A vida já é confusa o suficiente. O mistério pascal da relação entre ovos e coelhos, ou a eterna questão de porque raio um pedaço de chocolate feito em forma de ovo com um boneco de gosto duvidoso lá dentro custa um balúrdio de dinheiro já seriam problemas suficientes para uma pessoa tentar perceber. Mas não. Os senhores responsáveis pela publicidade de um determinado supermercado lembraram-se de uma forma de nos baralhar ainda mais. Apresento-vos, o Coelho de Natal!? Confusos (...)
Sex | 24.03.17

Este mundo assusta-me

CremePimenta
Creio que foi a 11 de Setembro de 2001 que tivemos o primeiro embate com a realidade e percebemos que o mundo que conhecíamos mudou. Além do horror e sofrimento, o terrorismo trouxe até junto da nossa bolha de conforto - que infelizmente não se vive noutras zonas do globo - a incerteza de não sabermos quando alguém que está a nosso lado, seja um vizinho, um conhecido ou simplesmente alguém anónimo que se cruza connosco na rua na azáfama do dia-a-dia, vai desatar a cometer (...)