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Creme Pimenta

Ter | 30.05.17

2 Anos

E assim, num instante, Baby C. é já uma bebé-menina e o tempo continua a conseguir me surpreender.

Como escrevi há um ano, a 30 de Maio de 2017, seis anos e meio depois do reset inicial da nossa vida de pais, a nossa família fez o restart.

A família cresceu, numa divisão que gera a multiplicação do amor. Da nossa vida enquanto família, de nós enquanto pais e do amor entre irmãs que cresce na mesma porporção que o tamanho delas se sobrepõe ao meu colo.

Há dois anos que o meu coração se multiplicou e vive, fora de mim, duas vezes.

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Seg | 29.05.17

Faz hoje dois anos...

...era sexta e eu acordei "esquisita".

Apetecia-me tomar o pequeno-almoço à beira mar, mas depois de deixar a miúda na escola e apanhar a minha mãe para companhia, o mal-estar não me deixou chegar perto da praia. Fiquei-me pelo pequeno-almoço no concelho vizinho e regressei a casa para mais um dia típico desde que tinha entrado de baixa: dormitar num percurso que se limitava entre o sofá e a cama e a hora de ir buscar novamente a miúda à escola (que ter a mãe em casa é bom, mas ir para a pré brincar é ainda melhor).

Enquanto fazia o jantar a sensação de estranheza aumentou e chegado o marido a casa comentei que talvez fosse uma boa ideia uma visita ao Hospital.

Jantei. Massada de polvo, vai ficar para a história. Chamei os avós para tomarem conta da C., arranjei-me e fomos. Só levámos as malas porque achei melhor prevenir. "Mais vale voltarmos com as malas que teres de vir a casa correr", disse eu ao pai. Contávamos 39 semanas e 4 dias. 

Confesso que fomos ao Hospital sem alarido, por prevenção e sem qualquer nervosismo. Esse só chegou quando a médica diz "um cheirinho e isso vai", ao que pergunto "que quer isso dizer?". Resposta pronta: "que vai mandar o pai ao carro para ir buscar as malas" :)

E pronto, assim começava a viagem para a segunda visita ao bloco de partos, com a vida a recomeçar ao início da manhã do dia seguinte.

Note to self: Sim, é verdade, a tua bebé está a ficar uma menina, quase quase a fazer dois aninhos.

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Qua | 24.05.17

As manhãs são o aquecimento das mães, certo?

As manhãs! Esse belo tempo em que acordamos, tomamos um banho e de seguida o pequeno-almoço enquanto vamos vendo ou lendo as notícias do mundo...ah espera...afinal não.

As manhãs! Aquele momento em que nos zangamos com o despertador/telemóvel/rádio (riscar o que não interessa) ou whatever you use para acordar e, depois de alguns segundos de confusão mental, primeiro sobre que dia da semana é e em qual das camas da casa estamos a acordar, saltamos da cama porque nos lembramos da quantidade de coisas que temos para fazer, ou que a miúda tem de chegar mais cedo à escola, ou que não arranjámos roupas e afins.

E depois do banho apressado e alternado com o pai das crianças, vestes provavelmente o mesmo outfit de tantos outros dias porque na noite anterior não planeaste a indumentária e não há tempo para tentar fazer novas conjugações.

E no meio disto tudo, tentas arrancar as miúdas da cama e conseguir com que comam alguma coisa, estendes a roupa (pelo menos quando chove tens desculpa para espetar com tudo na máquina de secar), preparas os lanches, preparas o teu pequeno-almoço. Gritas para a sala para lembrar à mais velha que o leite é para beber antes de sair de casa e que o pão tem de ser comido.

E dás-te 5 minutos de ligação ao mundo enquanto engoles a torrada e o café, para depois reparares que faltam 15 minutos para teres de sair de casa. Pelo meio mais um berro para a sala.

Depois vem a saga da escolha da roupa da mais velha. Pelo menos a mais nova, ainda, não reclama e vai para as avós ainda de pijama normalmente.

Depois é a saga do cabelo. Ah senhores, o cabelo. Esse belo momento matinal em que uma mãe consegue facilmente perder a calma (mais uma vez na mesma manhã).

Finalmente a hora de sair de casa. Mil e um sacos e mochilas e afins. Acho que nunca consigo sair de casa sem ir carregada...

Também há manhãs em que é tudo mais tranquilo. Geralmente em dia de passeio ou de algo especial em que a C. até já tem a roupa escolhida e tudo preparado. Mas essas serão as excepções que confirmam a regra.

Por tudo isto deixo-vos uma pergunta:

As manhãs são o aquecimento das mães, certo?

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Qui | 11.05.17

O marketing para crianças que vira obsessão de adultos

Já por cá partilhei o meu fascínio pelo marketing. E se há acções que considero serem um tiro ao lado, outras há que acertam em cheio. E aqui introduzo a temática do marketing direccionado às crianças, mas que na verdade, quer atrair os adultos.

Nos últimos tempos, os supermercados têm lançado campanhas que apelam às crianças que, inevitavelmente, arrastam os pais. Ele é peluches, miniaturas de produtos do dia-a-dia, cartas, etc e tal. A lista é grande. E se reconheço que estas acções mais não são do que chamariz para mais compras, logo um apelo ao consumismo, tenho de confessar que algumas entusiasmam-me mais a mim que às [minhas] miúdas.

Pronto. Confesso. A minha veia de coleccionadora-compulsiva delira com esta incessante busca por cartas e a tentativa de completar as cadernetas.

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E esta estratégia parece um polvo que, com os seus tentáculos chega a todo o lado. Felizmente vou conseguindo o contributo de muitos amigos e familiares [obrigado!] que não tendo miúdos pequenos me fazem chegar mais cartas, mas também gosto de partilhar e sou a primeira a disponibilizar as repetidas (já ajudei muita gente a completar a colecção).

Não aumento as minhas compras ou mudo os hábitos de consumo por causa destas colecções e reconheço que estas estratégias podem ser perniciosas. Mas bolas, é divertido.

 

PS: A colecção do Lild há muito que está completa, no Pingo Doce ando em busca do 82. Alguém?!

;)

 

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